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Fundo de População da ONU realiza nova chamada para Indústria de Insumos em Saúde Sexual e Reprodutiva

5 Outubro 2017
Estão abertas as inscrições para que indústrias de Insumos em Saúde Sexual e Reprodutiva manifestem interesse em receber avaliação de seus produtos. O interesse deve ser manifestado por meio de envio de dossiê, por meio eletrônico, até o dia 15 de novembro.
 
Dessa vez, a chamada é para fornecedores de contraceptivos hormonais injetáveis (acetato de medroxiprogesterona + cipronato de estradiol, injeção 25 mg + 5 mg). Os interessados podem submeter os dossiês até o meio-dia (horário de Brasília) do dia 15 de novembro de 2017, (quarta-feira), pelo link https://www.ungm.org/Public/Notice/62601.
 
Durante o processo, o Fundo de População da ONU apoiará o WHO Expert Review Painel ERP/RHM na revisão dos dossiês de produtos submetidos pelos fabricantes de produto acabado que ainda não estão pré-qualificados pela OMS ou autorizados por autoridades reguladoras. Também irá realizar uma análise de risco de qualidade, associada ao uso desses produtos. O Painel fornecerá pareceres ao Secretariado para auxiliar a tomada de decisões com base nas aquisições.
 
Participação brasileira
 
O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em parceria com Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), tem realizado uma série de ações para incentivar a inserção da indústria farmacêutica nacional no catálogo do Programa Global de Insumos em Saúde Sexual e Reprodutiva. Desde o início de 2017, estão sendo realizados workshops, visitas às indústrias do país, além de consultorias de pré-qualificação para orientar os fornecedores a respeito dos principais passos para o processo de pré-qualificação.
 
Para o UNFPA Brasil, o processo de pré-qualificação de insumos de saúde sexual e reprodutiva fabricados na América Latina possui uma importância estratégica: atualmente, a região é uma das maiores clientes do Programa da ONU. Ao mesmo tempo, dos 214 fornecedores de insumos SSR qualificados pela OMS, apenas quatro estão na América Latina e Caribe.