Parteiras

As parteiras salvam vidas. Parteiras bem treinadas podem ajudar a evitar cerca de dois terços de todas as mortes maternas e neonatais, de acordo com o relatório mais recente do “Estado da Obstetrícia no Mundo”. Tais profissionais também poderiam prestar 87% dos serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal.
 
No entanto, apenas 42% das pessoas com habilidades de parteira trabalham nos 73 países onde ocorrem mais de 90% de todas as mortes maternas e neonatais e nas mortes mortas.
As parteiras salvam vidas. Parteiras bem treinadas podem ajudar a evitar cerca de dois terços de todas as mortes maternas e neonatais, de acordo com o relatório mais recente do “Estado da Obstetrícia no Mundo”. Tais profissionais também poderiam prestar 87% dos serviços essenciais de saúde sexual, reprodutiva, materna e neonatal.
 
No entanto, apenas 42% das pessoas com habilidades de parteira trabalham nos 73 países onde ocorrem mais de 90% de todas as mortes maternas e neonatais e nas mortes mortas.
Desde 2008, o UNFPA trabalha com parceiros, governos e formuladores de políticas para ajudar a construir uma força de trabalho de parteiras competentes, treinadas com suporte técnico em configurações com recursos escassos.
 
O UNFPA se centra em quatro áreas-chave:
 
- fortalecer a formação de obstetrícia baseada em competências; 
- desenvolver mecanismos reguladores fortes para garantir serviços de qualidade; 
- elevar as vozes das parteiras ao estabelecer e fortalecer associações de obstetrícia;
- defender o aumento dos investimentos em serviços de obstetrícia. 
 
O UNFPA trabalha para criar um ambiente favorável para parteiras, defendendo políticas adequadas de mão-de-obra para parteiras.
 
No Brasil, o UNFPA, em colaboração com o Ministério da Saúde e a Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (ABENFO), desenvolve o projeto “Qualificação da Atenção Obstétrica e Neonatal em Hospitais com Atividades de Ensino”, dedicado à qualificação dos processos de atenção, gestão e formação relacionados ao parto, nascimento e ao abortamento seguro nos hospitais com atividades de ensino, incorporando um modelo baseado em evidências científicas, humanização, segurança e garantia de direitos.