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Métodos contraceptivos de longa duração são a melhor opção durante a pandemia, explica ginecologista ao “Fala, UNFPA”

22 Junho 2020

Implantes subdérmicos e DIUs, de acordo com a médica Giani Cezimbra, são seguros e mais indicados. Quinto episódio debate a oferta de contraceptivos durante a quarentena

 

Medidas de isolamento social e a quarentena podem afetar o acesso a contraceptivos de milhares de mulheres ao redor do mundo, inclusive no Brasil. O quinto episódio do “Fala, UNFPA”, o podcast do Fundo de População da ONU, aborda justamente a demanda e a oferta de contracepção durante a pandemia da COVID-19. Uma das entrevistadas do episódio, a ginecologista Giani Cezimbra, explica quais são os principais métodos que continuam disponíveis no SUS e quais são as melhores opções para esse período de isolamento.

Conforme ela, métodos de longa duração, como o DIU (Dispositivo Intrauterino) e o implante subdérmico são, se disponível, a melhor opção para mulheres que desejam evitar ou adiar uma gravidez. No entanto, a oferta desses serviços pode ser prejudicada durante a pandemia, como o UNFPA vem alertando. 

No podcast, a professora de Brasília Mara Cristina Freitas relata uma história assim: ela agendou uma consulta, via plano de saúde, para a colocação do DIU em março, que acabou adiada por conta da pandemia e não foi remarcada. Agora, ela enfrenta insegurança em relação ao seu planejamento reprodutivo.

O quinto episódio da série conta, ainda, com a participação da oficial para Segurança de Insumos em Saúde Sexual e Reprodutiva do UNFPA, Nair Souza, que explica como a cadeia de suprimentos dos métodos contraceptivos e de outros medicamentos importantes para a saúde da mulher podem ser impactados pela pandemia.

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